quinta-feira, 6 de outubro de 2022
Vampiro a Mascara - Abner 1965 - Abner parte 3 - o destino
A chuva agora parecia uma tempestade, um trovão retumbou acima dos prédios. O perseguidor, agora vítima de um caçador maior, estava de joelhos vencido. Balbuciou com a boca mole "s...chalubre??? Impos...shibel"
Em resposta o gigante gargalhou e respondeu com um sotaque europeu estranho "Deennn, Malkavian dynatón! pes ti fylí sou!". Diante do silêncio, o gigante percebeu que seu oponente não entendeu sua língua. Parou um tempo buscando palavras, apontou para o vampiro ajoelhado e falou com tom de acusação.
Clã, status e geração! Não minta. - as palavras proferidas em inglês britânico eram carregadas de um sotaque muito incomum.
Tremere, Neófito, décima segunda geração.
Fique onde está! - finalizou a conversa com um sorriso debochado e se encaminhou para Peter, que observava apreensivo.
Mais por instinto do que por estratégia, Peter tirou a faca do pescoço e investiu contra o misterioso infectado, que chegou repentinamente. Investiu furioso e usando a força que lhe restava tentou esfaqueá-lo. A lâmina torceu e quebrou contra o peito do novo oponente. Em resposta, um golpe de mão aberta tirou os pés do robusto médico do chão, caindo de costas sobre um monte de lixo, espantando ratos, fazendo-os guinchar e correr pelo beco encharcado.
Bom… um candidato melhor. Diga seu clã, status e geração.
Peter fazia ideia do que aquilo significava, seu curto período (a contra gosto) com o bando sabá, ouviu falar do clã tzimisce e fora chamado de criança da noite. Mas o grupo de infectados se dissipou em menos de um mês. Não foi exatamente uma escola sobre a vida e termos da sociedade de doentes. Foi mais um campo de concentração onde aprendeu a ferir seus juramentos médicos, matando para sobreviver. Peter sacudiu a cabeça negativamente.
Um mentiroso… Diga logo.
Não faço parte da sociedade de infectados, sou médico.
Infectados?
Sim, podem se dizer vampiros, mas não passam de doentes.
Doentes?! Por que doentes? - o vampiro maior e mais forte entre os 3 ali presentes, foi pego de surpresa. Ele esperava súplicas por piedade e foi acusado de estar doente, sabia que raras doenças poderiam infectar ou acometer um morto-vivo. Algumas só viu a muito tempo atrás.
É a única explicação lógica… fomos mudados por algo que nos infectou. - tentou explicar Peter, ficando incomodado pela expressão de assombro do vampiro a sua frente.
Você é um malkaviano como eu?
A pergunta ficou no ar como se fosse falada em outro idioma, ou se fosse falado para um surdo que não lê lábios. Apenas o som da chuva e de um trovão foi ouvido por alguns segundos incomodamente longos.
O vampiro tremere que havia se apresentado, pensou rápido. Talvez se demonstrasse o quão inferior era o alvo de sua caçada, teria chance de descobrir mais sobre este vampiro desconhecido, que provavelmente era um ancião poderoso. Malkavianos são conhecidos por sua loucura. Anciões loucos são muito perigosos, mas precisava saber se tratava-se de um sabá.
Ele é um desgarrado, um Pander! Eu estava perseguindo-o para ter informações sobre o bando dele.
Pander? - Malkaviano repetiu a palavra como se mastigasse algo desconhecido.
Sim, não é assim que vocês chamam os sem clã?
Não! Caitiff é como chamo. - respondeu o grande malkaviano.
Essa informação era importante para o tremere. Não sendo sabá a abordagem precisava ser diferente. Ele usou seu poderoso sangue vampírico para curar parte dos ferimentos. Peter se sentia indefeso naquela cena e inconscientemente foi curando a ferida do pescoço ainda deitado sobre o lixo, aumentando a sua fome. A chuva caia ruidosa por toda parte. Outro trovão retumbou antes que o Malkaviano começasse a falar novamente.
Pária e louco, ou um feiticeiro bajulador… escolha difícil.
Escolha para quê? Digo que sou apto e experiente. Posso lhe ajudar mais do que ele, dependo do caso. Conheço os vampiros da cidade e a príncipe tem algum respeito por mim, logo posso apresnta-los. - o tremere foi ousado, sem saber do que se tratava usou a figura da príncipe como um chamariz, na intenção de tirar mais informações.
Então você conhece bem a príncipe? Isso é importante.
Sim, neste caso, este "paria" não pode lhe ser útil, caso apareça com ele para encontrá-la, ela irá lhe forçar a se livrar dele. Ela odeia desgarrados e este ainda é pior por ser sabá.
Me forçar? - O Malkaviano falou em Tom de desafio, coagindo os outros dois.
Ela tentaria. - corrigiu o tremere. - por isso digo que sou útil para lhe apresentar aos membros da cidade.
Silêncio, você fala demais, feiticeiro! - O Malkaviano olhou para uma parede molhada, com reboco caído, parecendo irritado, mexeu as mãos como se pedisse para alguém para e completou - Você também fala demais Samuel, me deixe pensar!
Peter olhou para a parede e depois para o único vampiro que estava de pé no beco, entre ele e seu perseguidor. Lembrou que em seu bando, havia um infectado que via sua mãe e conversava com ela, um distúrbio psiquiátrico causado pelo choque de te-la matado, que o fazia fantasiar que ela ainda vivia, mesmo sendo o único a ve-la.
Quem é Samuel? Um familiar? - questionou Peter.
Não, é um grande incomodo na verdade! Ele não me deixa em paz! Não me deixa pensar direito! Me atrapalha! É alguém que deveria ter partido a tempos, mas continue seguindo, esse… - o vampiro voltou a falar uma língua desconhecida, mas gesticulava e cuspia as palavras com tanto força e fúria, que estava claro se tratar de xingamentos. Em vez de se aliviar, parecia ficar cada vez mais perto de entrar no estado alucinado e agressivo que os vampiros inteligentes evitam, chamado de Frenesi.
Se acalme! Pois ele não irá a lugar algum com gritos e afrontas. Mas tem outros meios de se livrar dele. - Peter falou por impulso, nada é certo, mas a psiquiatria estava evoluindo muito ultimamente. Porém essas palavras tiveram um efeito maior do que esperado.
Posso me livrar dele? - o Malkaviano ficou Atônito.
Sou médico, estudei casos onde a cura foi quase completa. Eu acredito que com o empenho certo, tudo pode ser curado.
Não seja ridículo, seu caitiff idiota! Não o iluda! - O tremere reagiu para não perder a disputa e deixar um caitiff se aproveitar da fraqueza do Malkaviano, para parecer mais útil que ele. - Senhor, ele mente! Nunca prometeria o impossível assim! É um ultraje…
Fiz a minha escolha! - Disse o vampiro louco de rompante, se virou para o tremere e com a mesma rapidez saltou sobre ele como um leão sobre uma presa.
Peter assistiu um ataque violento e aterrador. Os infectados lutaram, um pela sobrevivência e o outro por motivo nenhum aparente. Mas era uma luta injusta. Não havia condições do tremere se defender do seu oponente. O caitiff uso o resto de sua reserva de sangue se preparando para ser o próximo alvo.
O vampiro maior arrancava pedaço do menor em mordidas, dizendo palavras em outra língua depois de cuspir a carne morta para os lados. Ele visivelmente se divertia vendo seu oponente implorar e agonizar. Mas não o matou, parou quando o tremere ficou inconsciente e se virou para Peter.
Venha felizardo, vou precisar de alguém discreto e sobrevivente para me ajudar a me instalar nesta cidade. Não lhe matarei enquanto for útil e fiel para mim. Mas preciso que seja forte para me servir melhor. Por isso acabe este monte de estrume tremere aqui e se fortaleça com sua essência.
Não, eu n…
Primeira lição! Você não é e nunca será capaz de negar algo para mim.
quinta-feira, 29 de setembro de 2022
Vampiro a Mascara - Abner 1965 - parte 2 Abner
Washington DC, 20 de fevereiro de 1965 PARTE 2
Por mais que Peter se esforçasse para se livrar se seu perseguidor, ele não o despistava. Estavam caminhando por horas, passaram por muitos locais diferentes, alguns movimentados e outros muito desérticos. Nesse tempo o perseguido tirou algumas conclusões. Um humano já estaria cansado, seu perseguidor era um infectado. Seu perseguidor provavelmente era experiente em caçadas, ou talvez, também tivesse a habilidade de aguçar os sentidos, permitindo manter a distância e não perder o rastros. Outro possível fato era de que ele não estava ansioso e também não era o tipo bem treinado fisicamente, do contrário teria usado algumas oportunidades e partido para o confronto anteriormente.
Seu perseguidor era do tipo inteligente e estrategista, queria ter certeza da vitória. Esperaria até o dia se aproximar, quando Peter iria buscar um refúgio e ali daria seguimento a algum plano já pré-determinado.
Outro fato é que ele também fez questão de manter a máscara (segredo sobre existência de vampiros) sendo muito sutil próximo dos não infectados. Logo é da Camarilla (outra seita de infectados). Caso fosse do sabá,estaria em grupo, seriam muito mais imprudentes e diretos ao ponto.
Com tudo isso, apesar de ter sobrevivido a diversos encontros como este, Peter sentia com sua intuição quase sobrenatural, que corria um perigo muito maior do que era acostumado. Precisava agir ou morrer nesta noite.
Uma placa vermelha com letras (ou símbolos) douradas na fachada de um restaurante, anunciava o bairro. Chinatown. Peter teve uma ideia. Conhecia um pouco dos becos ali e era mais uma chance de despistar. Os traficantes de ópio se irritavam fácil com estranhos por ali e isso poderia causar uma distração.
Peter entrou na primeira viela entre estreita entre dois prédios, o cheiro do lixo e o barulho dos ratos eram incômodo, porém também serviam de cobertura. Ali o médico correu fazendo questão de fazer barulho. Precisava chamar a atenção dos moradores dos três andares acima.
Antes de virar olhou por cima dos ombros e viu aquele que o perseguia com clareza. Homem com mais de 50 anos, palidez no rosto branco e largo, roupas clássicas, óculos de grau, corpo fora de forma. Talvez um Professor. Mas o sorriso sórdido e debochado mostravam seu divertimento. Peter tremeu ao ve-lo ali tão perto. Agora era pra valer.
O médico seguiu sua estratégia, batia forte em todas as latas de lixo de metal que encontrava nos becos, mas para sua decepção, nenhum grito de protesto nas janelas, nenhum grupo de chineses com facões e machados para ameaçá-lo.
Dentro de minutos ele estava perdido, encontrou um beco sem saída onde tinha certeza de haver apenas um alambrado de fácil transposição. Teve tempo de desviar e ouvir uma risada do perseguidor, sentindo triunfo. Mais alguns becos e um disparo.
Peter desequilibrou para frente, a bala passou perto da coluna entrando no seu pulmão. A dor veio depois e na confusão de sensações, jurou ter visto um homem grande e forte observando a cena do telhado de um prédio.
"Você não tem para onde ir!" Provocou o professor/caçador, autor do disparo preciso.
A resposta foi rápida. O livro caiu na poça, mas a faca de combate que estava na cintura de Peter foi arremessada para trás durante o giro de corpo. Mesmo sem mira, por sorte, acertou o ombro do infectado perseguidor. Este deixou a arma cair por causa da dor e do susto.
Ambos se encararam com raiva por um segundo. A excitação do confronto e a dor dos ferimentos deixavam as presas à mostra Involuntariamente. O vampiro perseguidor desvia o olhar e se curva para pegar a arma caída no meio do lixo. O vampiro perseguido, visivelmente mais forte e corpulento investe contra seu oponente como um jogador de football americano. Infelizmente seu oponente não era um humano, com força aumentada pelo sangue vampírico os dois se chocaram como rocha em um baque surdo. O perseguidor não caiu, mas deu dois passos para trás se afastando da arma no chão. Ambos urraram em fúria disputando força, os sons demoníacos ecoaram pelo beco sujo, molhado e desértico enquanto a chuva voltava a cair, agora com força.
Surpreendido pela força do oponente, certamente melhor alimentado, foi empurrado um passo para trás pisando em falso com o pé esquerdo em uma poça d'água. Seu pé deslizou para trás batendo com o joelho no chão. Tempo o suficiente para seu oponente arrancasse a faca do ombro, fazendo espirrar sangue sobre Peter, depois desfechou um golpe forte cravando a faca próximo ao pescoço de Peter. O golpe tinha a intenção de ferir o topo da cabeça do vampiro que estava de joelho no chão, mas este evitou pior desviando a cabeça para o lado no último segundo. Se não fosse pela pele resistente a faca teria entrado quase até o cabo.
Um relâmpago iluminou o céu, projetando uma sombra sobre os dois vampiros. Um homenzarrão de quase dois metros que misticamente não fora percebido até aquele momento, sorria divertidamente com a cena bizarra e sanguinolenta do combate de dois mortos vivos.
Os dois olharam assustados e temerosos para o rosto sádico e sorridente de presas à mostra, com um terceiro olho arregalado na testa, dando a ele um aspecto monstruoso e maligno. Antes que pudessem reagir, o gigante esbofeteou o vampiro perseguidor com tanta força que Peter pode ouvir o maxilar de seu oponente se partindo no impacto. Este cambaleou para trás, soltando a faca e segurando a boca em seguida, surpreendido e desorientado.
Peter assistiu outros golpes entrarem castigando seu oponente, sem entender o motivo, mas buscando mentalmente uma rota de fuga enquanto curava suas feridas com o pouco de sangue que lhe restava da última refeição feita a alguns dias atrás.
quinta-feira, 22 de setembro de 2022
Vampiro a Mascara - Abner 1965 - parte 1 o encontro
Washington DC, 20 de fevereiro de 1965
A chuva anteriormente forte, agora era uma uma garoa incomoda e gélida. O final de fevereiro se aproximava e apesar da neve não estar mais presente, o frio do inverno logo congelaria a chuva trazendo mais transtornos.
Peter seguia pela rua deserta, segurando com cuidado um livro raro que acabara de roubar da biblioteca do congresso. Mantendo o livro sob o impermeável, para evitar molhá-lo, andava arqueado como se carregasse o peso do mundo sob as costas. Sua cabeça perdida em muitos pensamentos. A maioria girava em torno de encontrar uma cura para sua "doença" rara e desconhecida pela ciência, adquirida há mais de 45 anos.
Mesmo os horrores da sua curta experiência militar na primeira guerra, ou da morte em massa pela grite, não o prepararam para os piores momentos de sua vida depois de ser contaminado.
Até hoje evita passar na frente do teatro onde foi abordado pelos loucos infectados que se autodenominam Vampiros.
Como médico, se recusa a acreditar que esses seres mitológicos existam. Mesmo que hoje não possua sinais vitais, não precise respirar, seja necessário se alimentar de sangue e o sol queime sua pele, Peter Lung ainda anda, fala e pensa, logo não está morto.
Assim, depois de escapar dos infectados que além de vampiros se chamavam de sabá (uma espécie de seita), descobrir que outros infectados caçam bestialmente uns aos outros por poder e território, além de aprender que deve manter tudo isso em total sigilo, Peter se dedicou a escapar dos outros infectados e buscar uma cura.
Talvez esse livro roubado possa Lhe trazer algo inédito. Apertando o livro contra o corpo, uma sensação de esperança surge. Lembra que quando na universidade, tirava sarro do tema "Medicina Tradicional Chinesa". Agora quase 60 anos mais experiente, apesar de não ter envelhecido um ano sequer após a contaminação, ele recorre ao esoterismo e misticismo oriental. Já que estudou praticamente toda a medicina ocidental que teve acesso, mas sem sucesso em se curar, talvez os milenares chineses possam ajudar.
De repente se dá conta que ficou distraído por tempo demais em seus pensamentos. Ainda andando, entrou em uma rua que não tem costume. A esperança se foi e o medo retornou. Olhou em volta em busca de rotas de fuga, coberturas ou o inimigo a espreita.
A rua pacata e vazia a sua volta, com casa geminadas em ambos os lados , jardins mal cuidados e árvores sem folhas, deve ser aconchegando durante o dia, mas estava especialmente sombria naquela noite.
Outras vantagens da contaminação era ter uma aparência plástica, os outros chamam de disciplina vicissitude. Com essa habilidade, Peter pode se desfigurar e literalmente fazer um rosto diferente na própria pele. Neste momento seu rosto estava de um homem narigudo e ruivo. Uma estratégia para evitar seus caçadores. Além de ter o corpo muitas vezes mais resistente, sua pele se tornou mais dura, o que o protege de certos ataques. Outra vantagem muito útil é que seus sentidos podem ficar muito mais sensíveis e agora Peter aguçou sua audição para evitar surpresas.
E o seu medo passou a panico. Passos lentos e ritmados denunciaram alguém lhe seguindo. O som dos sapatos contra o chão molhado, diziam ser um homem pesado. Estava distante e quase era perdido pelo som do agito da cidade ao longe. Mas era certo, andava com cuidado pisando como se não quisesse fazer barulho.
Peter olhou por sobre os ombros, apesar da escuridão e longe, a silhueta parou tentando se esconder rente a uma grade. Denunciou suas más intenções. Peter agora precisava pensar em um fuga.
Não correu, não adiantaria se fosse outro vampiro, quero dizer infectado. Pois eles não cansam. Virou para a próxima esquina e acelerou o passo quase trotando a chuva estiou mais ainda quase parando, porém o vento ficou mais forte.
Agora a estratégia era mudar o curso e ir o mais distante possível de seu refúgio. A noite tinha apenas começado e mais uma vez o médico era forçado a parar de buscar a cura, para sobreviver mais uma noite.
Jogador | Personagem | Clã | Conceito | Imagem |
Ulisses | Peter Lunbg | Caitiff “Sem clã” | Médico | |
PR | Stephen Rogers | Brujah | Boxeador | |
Rafael | Robert Hoover | Ventrue | Empresário | |
Ramon | Santo "occhio" Oscuro | Lasombra | Espião | |
Marcel | Richard F Kennedy | Ventrue | Empresário |
quinta-feira, 15 de setembro de 2022
Vampiro a Mascara - Abner 1965 - introdução
Vampiro a Mascara - Abner 1965 - introdução
Vamos resgatar o passado perdido do Peter, através da próxima crônica nomeada Abner.
Lembrem-se que vocês vão acompanhar personagens totalmente diferentes, um caitiff caçado pelos vampiros da Claer, um boxeador rebelde que nunca se dá por vencido, um empresário que precisa descobrir seu lugar na sociedade vampírica, Um espião Italiano que precisa estreitar laços divididos por desconfianças naturais.
A primeira sessão será o encontro de Peter com Abner, enquanto os demais personagens vão ficar cientes do pano de fundo com que a cidade de Washington está nas outras sessões o foco principal será quem é Abner, como ele age, quais as vontades e atividades dele. O outro foco é a relação de Cainitas experientes, precisando aprender o duro peso da responsabilidade da Seita.
o contexto histórico abordado:
- está no meio da guerra do Vietnã (1955 - 1975) - movimentos pacifistas contra a guerra.
- 1960, os Estados Unidos lançam o primeiro satélite meteorológico.
- 1961, o russo Yuri Gagarin torna-se o primeiro homem a entrar no espaço.
- 1962, é realizada a Copa do Mundo de Futebol no Chile.
- 1963 John f kennedy é assassinado, sou suposto assassino é morto dias depois.
- 1964, a IBM lança o primeiro chip de computador.
2 dos vampiros (um Tremere e um brujah) da cidade foram supostamente mortos (ou estão desaparecidos) e nem o xerife, nem os dois algozes tem informações de quem ou o que aconteceu.
É sabido que há um bando anarquista rondando a cidade e talvez uma dúzia de caitiffs deixados para trás pelos bandos sabá ainda estão vivos. Claer acusa o xerife e os algozes de serem coniventes ou pior “preguiçosos” em seu dever.
AS PRIMEIRAS POSTAGENS CONTAM COMO PETER CONHECEU SAMUEL, OU MELHOR ABNER
DEPOIS SEGUIRÁ COM A APRESENTAÇÃO DOS PERSOANGENS DOS OUTROS JOGADORES E SUAS FICHAS, O RESUMO DO CENÁRIO EM 1965 E FINALMENTE COMO A HISTÓRIA CORREU.
espero que gostem
Jogador | Personagem | Clã | Conceito | Imagem |
Ulisses | Peter Lunbg | Caitiff “Sem clã” | Médico | |
PR | Stephen Rogers | Brujah | Boxeador | |
Rafael | Robert Hoover | Ventrue | Empresário | |
Ramon | Santo "occhio" Oscuro | Lasombra | Espião | |
Marcel | Richard F Kennedy | Ventrue | Empresário |
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